PROPLAN

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Pró-reitoria de Planejamento

PROPLAN e Conselho de Orçamento Participativo discutem proposta orçamentária da UEPB para 2019

13 de setembro de 2018

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Integrantes do Conselho de Orçamento Participativo (COP) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) se reuniram na manhã desta quinta-feira (13), no Auditório da Biblioteca Central, em Campina Grande, para apresentar e discutir a proposta orçamentária da Instituição para o exercício 2019.

Para a formatação da peça orçamentária, foram distribuídas previamente entre os Centros de Ensino e Departamentos da Instituição planilhas que deveriam ser preenchidas pelos professores conforme a previsão de necessidade, apontando quais os itens, entre bens e serviços, fundamentais para a manutenção dos setores.

De acordo com a professora Carla de Lima, coordenadora do COP, a iniciativa teve como finalidade fazer uma estimativa real dos valores que a UEPB precisará desembolsar com material permanente e despesa de pessoal no ano de 2019. “Foi dado um tempo para os professores de todos os câmpus preencherem os dados, encaminharem aos seus respectivos Centros e, depois de reunidos os resultados, enviaá-los à Proplan, que fica encarregada de orçar e anexar as informações na prestação de contas”, frisou a professora sobre o procedimento.

Além das revisões realizadas pela Proplan, as planilhas também deverão passar por avaliação da Reitoria e do Conselho Universitário (Consuni), que também terão a oportunidade de acrescentar algo – caso achem necessário – e formalizar um documento com a aprovação de um valor. “Em tese, o valor aprovado deverá ser suficiente para manter a UEPB em funcionamento com certa qualidade, inclusive com a expectativa de que esta necessidade seja atendida por quem estiver na administração do Governo do Estado no próximo ano”, explicou a pró-reitora adjunta de Planejamento e Orçamento, Pollyana Xavier.

Para ela, a discussão entre o COP e o Consuni é importante porque servirá para legitimar os dados e os valores citados pela Proplan. “Assim as prestações de contas indicarão em que estão baseadas, quais as necessidades reais e quais foram as efetivamente atestadas pelo Consuni. Os valores serão demonstrados com clareza que têm fundamento e são coerentes com as obrigações da Universidade”, afirmou.

Dentre as despesas levantadas pelo COP, constam itens como equipamentos, materiais de consumo (incluindo demandas de laboratórios), renovação de contratos de manutenção, obras e instalações, água, energia elétrica, bolsas estudantis, contratos, assistência de saúde e alimentação, possíveis valores de progressões, retroativos, quantitativo de docentes contratados, progressões para técnicos e docentes, entre outros. As projeções não incluem as correções inflacionárias.

Texto: Giuliana Rodrigues
Fotos: Elidiane Galdino