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Pró-Reitoria de Extensão

UEPB se reúne com integrantes do REJUV para parceria voltada a geração de emprego e renda para os jovens

5 de setembro de 2017

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Representantes da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) se reuniram na manhã desta terça-feira (5), no Salão Azul do Prédio Administrativo, no Câmpus de Campina Grande, com integrantes da Rede Estadual de Empregos e Geração de Renda Juvenil da Paraíba (REJUV-PB), com o objetivo de articular e manter uma política de emprego e renda para as juventudes paraibanas.

Além das servidoras Alba Lúcia Muniz, Iara Trajano e Maria José Nóbrega, que representaram a PROEX da UEPB, participaram como membros do REJUV-PB órgãos e instituições paraibanas, a exemplo do Sistema Nacional de Emprego (SINE-PB), Grupo Sesel, Empreender PB, Federação Paraibana de Empresas Juniores (PB-Junior), Emater e Prefeitura do Conde.

Sendo a Universidade que mais forma profissionais em licenciaturas na Paraíba e estando bem polarizada em diversos municípios do Estado, a UEPB figura como parte essencial da REJUV para a construção desta parceria. Desta forma, o projeto articula diversos setores da sociedade no sentido de fomentar políticas públicas, ações e serviços na tentativa de favorecer a empregabilidade e geração de renda para jovens paraibanos.

Uma das dificuldades atuais é a tentativa dos jovens em se posicionarem no mercado de trabalho e conciliarem estudos e emprego, em um contexto pontuado por desigualdades sociais e de gênero, já que muitas mulheres, além de trabalharem fora, ainda encaram jornadas de afazeres domésticos e, em alguns casos, a maternidade juvenil.

Diante do habitual cenário de desemprego, altas taxas de informalidade e rotatividade de trabalhos, além da baixa remuneração, característicos em diversos estados do país, a REJUV vem buscando qualificação e soluções a curto e médio prazo que possam ser oferecidas aos jovens.

“Percebemos a real necessidade de fomentar espaços de geração de emprego e renda para a juventude e destacamos a Rede para trabalhar na perspectiva da diversidade juvenil, composta por jovens das cidades e dos campos, indígenas, quilombolas e os que estão em cumprimento de medidas socioeducativas, muitas vezes em postos de trabalho subumanos”, afirmou Priscilla Gomes, secretária-executiva de Juventude do Estado.

Ela ainda lembrou que há casos de crianças que começam a trabalhar antes dos 12 anos e jovens que se veem compelidos a fazer parte do crescente êxodo rural para as cidades, sendo necessário, para isso, mostrar caminhos aos jovens e tentar sensibilizar as empresas e o setor industrial. A Rede fomenta espaços iniciais para essas demandas e objetiva unir diversos setores: quem promove a qualificação profissional, quem contrata, quem financia créditos, entre outros, sempre no sentido de promover ações estratégicas para tornar a oferta desses serviços mais eficaz.

Texto e fotos: Giuliana Rodrigues